Divórcio e a Guarda Compartilhada!

guarda compartilhada

Brasil: um a cada três casamentos termina em divórcio

Uma triste realidade que acontece no Brasil. Enquanto a quantidade de casamentos diminui – entre 2016 e 2017, caiu 2,3% -, a taxa de casais que optam pelo divórcio aumenta consideravelmente: 8,3% nesse mesmo período. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a proporção é de três casamentos para cada divórcio.

E ter filhos, cada vez menos têm sido um impedimento para que os casais se separem. Prova disso, é o aumento significativo de divórcios judiciais com sentença de guarda compartilhada.

Essa modalidade aumentou 13,4% em apenas 3 anos. Nesse caso, a mulher continua sendo a principal responsável pela guarda. Além disso, a média de duração de um casamento civil também tem caído. Em 2007, era estimada em 17 anos. Dez anos depois, está em 14 anos.

Quando estamos diante do fim de um relacionamento conjugal, um dos pontos mais sensíveis deste processo são os filhos e, consequentemente, a regulamentação da guarda e o direito de visitação daquele que não residirá com a sua prole.

O que significa guarda compartilhada?

A guarda compartilhada tem primazia o bem estar dos filhos, dessa forma a responsabilidade deve ser inteiramente compartilhada pelos pais, tais como direito de opinar quanto as situações práticas do cotidiano da criança, como a matrícula em escola e questões de saúde, como vacinas e outras ações preventivas, ou seja o intuito é que ambos colaborem com o crescimento e desenvolvimento dos filhos

Preciso esclarecer que a criança deverá ter uma uma residência fixa decidida de comum acordo entre os pais, que geralmente ficará na residência da mãe, mas sempre visando o princípio do melhor interesse da criança.

Contato: weslleyadvlima@gmail.com

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