As Palavras da Cruz: Seu Desamparo

Jesus clamou: Eli, Eli, lamá sabactâni? Que quer dizer: Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?” Mateus 27.46

Diz a Bíblia que houve trevas sobre a face da terra (Mateus 27.45).

Quando Jesus nasceu, houve luz à noite (Lucas 2.8-12)

Quando Jesus morreu, houve trevas ao meio dia (Mc 15.33).

O sol escondeu o seu rosto, como se toda a criação se condoesse com o Criador.

O universo inteiro percebeu o drama do Calvário.

Antes da primeira Páscoa no Egito, houve três dias de trevas (Êxodo 10.21-23), e antes de o Cordeiro de Deus morrer pelos pecados do mundo, houve três horas de escuridão.

Naquele momento, a escuridão fez coro com o que estava acontecendo com Jesus: ele estava tomando sobre si as nossas enfermidades, as nossas dores levando sobre si, sendo traspassado por nossas transgressões e moído pelas nossas iniquidades (Isaías.53.4) – ele foi feito pecado por nós, mesmo sendo santo, santo, santo.

Ele bebeu o cálice da #ira de Deus contra o pecado de toda a humanidade.

Ele foi nosso fiador, nosso substituto, o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo.

Este é o momento da profunda angústia.

O grito de abandono de Jesus foi um cumprimento de Salmos 22.1, mas também muito mais.

Refletiu a profundidade da angústia de Jesus quando ele enfrentou a agonia de ser separado de seu Pai.

Mais tarde, os apóstolos perceberam que Jesus estava enfrentando a maldição do julgamento de Deus do pecado – a total, furiosa e amedrontadora ira do Todo-Poderoso Deus.

Isso foi o mais agonizante para Jesus, que havia desfrutado da mais íntima relação de amor com o Pai desde a eternidade.

No momento de dor, Jesus clamou ao Pai.

A pergunta que fica é: a quem temos clamado quando a #dor nos é apresentada?

Clamemos pelo nome de Jesus!

Por: Junior Pedroso | Palavras da Cruz é um devocional da Terceira Igreja Presbiteriana de Itajubá/MG
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