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DEUS ESTÁ ALÉM DA EXISTÊNCIA

Abas primárias

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Enviado por Dcjosiastorres em ter, 23/09/2014 - 16:48

Muitas pessoas ainda hoje, após tanta divulgação e pregações acerca do Criador dos céus e terra, não acreditam na existência de Deus. O engraçado é que mesmo essas pessoas que se dizem serem “ateus” quando passam por momentos de grande comoção ou dor, logo clamam pelo nome daquele ser que minutos antes declaravam não existir.
Em termos filosóficos, defende Sartre, que a existência precede a essência. Ou seja, indivíduo somente tem essência após sua existência. Portanto, defende este filósofo que Deus não existe, pois ele não é presente em termos físicos e humano. Defende Jean Paul Sartre, portanto o existencialismo, descartando a necessidade de um Ser Divino que tudo criou.
“O existencialismo ateu, que eu represento, é mais coerente”. Declara ele que, se Deus não existe, há pelo menos um ser no qual a existência precede a essência, um ser que existe antes de poder ser definido por qualquer conceito, e que este ser é o homem ou, como diz Heidegger, a realidade humana.
Que significará aqui o dizer-se que a existência precede a essência? Significa que o homem primeiramente existe, se descobre, surge no mundo; e que só depois se define. O homem, tal como o concebe o existencialista, se não é definível, é porque primeiramente não é nada. Só depois será alguma coisa e tal como a si próprio se fizer. Assim, não há natureza humana, visto que não há Deus para concebê-la.
Teontologia – literalmente significa “estudo do ser de Deus” a ênfase, aqui, cai sobre a partícula “onto” que significa “ser”, “existência”. De fato, podemos estudar acerca da existência de Deus, mas escrutinar o “ser” de Deus está além da capacidade humana. Deus é infinito e, portanto, impossível de ser compreendido em toda sua natureza. O que sabemos de Deus é através da sua criação e revelação e quando questionado acerca de sua identidade, Ele responde: “Eu Sou”.
A dogmática de Deus requer simplesmente, que se acredite através da fé na existência de Deus, sem nenhuma prova científica acerca do seu ser.
Deus existe. Ele se revelou através da sua Palavra Divina.
Para a dogmática cristã a questão da existência de Deus não é apenas de que há alguma coisa, alguma ideia ou ideal, algum poder ou tendência com propósito, a que se possa aplicar o nome de Deus, mas que, de fato, existe um ser pessoal, autoconsciente, auto existente, que este ser é a origem de todas as coisas e que transcende a criação inteira, mas ao mesmo tempo é imanente em cada parte de criação.
O cristão aceita a verdade da existência de Deus, por acreditar em sua Palavra inerrante, ou seja, pela fé. As provas se acham primeiramente nas Escrituras como palavra de Deus inspirada, e, secundariamente na revelação de Deus na natureza.
Em nenhum livro da Bíblia, o escritor tenta provar a existência de Deus. Esta verdade, na Bíblia, é apresentada como um fato necessário (Gn. 1: 1).
Alguns argumentos filosóficos nos quais alguns deles foram também defendidos por Aristóteles e Platão, acerca da existência de Deus. Vejamos:
Ideia ontológica - O homem tem a ideia de um ser absolutamente perfeito. Esta existência é um atributo de perfeição; portanto, um ser absolutamente perfeito tem que existir. Kant declarou que este argumento era insustentável; todavia, Hegel o aclamou com um grande argumento.
“É contraditório porque ao manifestar-se é ao mesmo tempo infinito e finito." Assumindo em cada manifestação uma forma finita não se fixa para sempre nela, supera-a e dessa superação surge uma nova figura finita superior à anterior e que por sua vez irá ser superada. O finito existe não por si, mas como manifestação do infinito e por isso existe para ser constantemente superado.
Toda a dinâmica de realização do Absoluto pode ser descrita nestes termos: trata-se de anular a distância, a separação total e completa entre o infinito e o finito, mostrando que este não existe por si próprio, mas sim como forma de manifestação do infinito. Assim o Absoluto será a unidade do infinito e do finito, isto é, de si mesmo e das suas múltiplas manifestações espaciotemporais. “Assim, se vai provando progressivamente que o Absoluto (Deus) é a totalidade, é onipresente, ou seja, está presente em tudo e não abstratamente separado do mundo, da história e da vida do homem.”
(Hegel – História da filosofia)
Ideia Cosmológica - Cada coisa que existe no mundo tem que ter uma causa adequada; sendo assim, o universo tem que ter uma causa adequada, isto é, uma causa infinitamente grande, para sua existência.
Ideia Teleológica - Em toda parte o mundo revela inteligência, harmonia, ordem e propósito, a assim implica a existência de um ser inteligente e com propósitos, apropriados para a produção de um mundo como este.
Ideia Moral - Todo ser humano possui em sua constituição íntima o conceito de certo e errado, uma personalidade ajustada aos valores morais e éticos; portanto deve existir um ser moral e eticamente bom que criou o homem com este atributo; ou seja, o reconhecimento que o homem tem do Sumo Bem e a sua busca de um ideal moral exigem e necessitam da existência de um Deus que concretize este conceito.
Ideia Histórica - Entre todos os povos e tribos da terra há um sentimento religioso que se revela em cultos exteriores. Visto ser um fenômeno universal, deve pertencer à própria natureza do homem. E se a natureza do homem leva naturalmente ao culto religioso, isto só pode achar uma explicação num ser superior que constituiu o homem um ser religioso.
Deus e sua natureza Divina - DEUS é espírito, e os que o adoram têm de adorá-lo como espírito e em verdade”, diz a Bíblia. Essa declaração revela uma verdade básica sobre a forma, ou a natureza, de Deus: ele é um espírito. (João 4:19-24) Mesmo assim, é descrito na Bíblia como uma pessoa. Seu nome é Jeová. — Salmo 83:18. Deus é uno (Deuteronômio 6:4; Isaías 40-48; Marcos 12:29; 1 Timóteo 1:17; Tiago 2:19; 4:12, etc.).
Deus é um ser pessoal - A pessoa de Deus é bem distinta do panteísmo, que diz que tudo o que é agregado é Deus. Deus é tudo e tudo é Deus. Como um ser pessoal, Deus é imanente e transcendente, isto significa que, Ele está na Sua criação e ao mesmo tempo acima de Sua criação. Ele é uma pessoa na Sua criação e ao mesmo tempo Ele está separado e bem distinto dela. Ele também está acima de Sua criação, isto é, Ele é maior que Sua criação, distinto dela e não faz parte dela. Na oração de Salomão por ocasião da dedicação do templo, ele prestou tributos à grandeza transcendental de Deus com estas palavras:
"Mas na verdade habitará Deus na terra? Eis que os céus e até o céu dos céus, te não poderiam conter, quanto menos esta casa que eu tenho edificado". (1Re. 8:27).
Existem três marcas de personalidades: a autoconsciência, autodeterminação e consciência moral e todas estas três qualidades pertencem a Deus.

Deus é um ser espiritual - Deus é exclusivamente espírito. João 4: 24. O leitor deverá reconhecer esta verdade ou terá problema para entender as três pessoas da trindade. Como espírito Deus não pode ser dividido ou composto. Como espírito Ele é invisível e intangível. "Deus nunca foi visto por alguém. O Filho unigênito que está no seio do Pai, esse o fez conhecer". João 1: 18.
A palavra equivalente a Deus no Antigo Testamento (elohim) é uma formação no plural. A palavra equivalente a um, empregada em referência a Deus no Antigo Testamento (echad) também é uma forma plural. Deus disse: "Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança . . ." (Gênesis 1:26). A quem se refere esse "nossa"? Somos criados à imagem de Deus, mas há mais de uma pessoa que compôs Deus. Atente para essas afirmações:
"Então, disse o SENHOR Deus: Eis que o homem se tornou como um de nós, conhecedor do bem e do mal; assim, que não estenda a mão, e tome também da árvore da vida, e coma, e viva eternamente" (Gn. 3: 22). "Vinde, desçamos e confundamos ali a sua linguagem, para que um não entenda a linguagem de outro" (Gênesis 11:7).

Desde os primeiros capítulos da Bíblia, vemos Deus revelado como uma unidade plural veja o que está escrito em Isaías 6: 8:
“Depois disto ouvi a voz do Senhor, que dizia: A quem enviarei, e quem há de ir por nós? Então disse eu: Eis-me aqui, envia-me a mim.”

Existem até mesmo diálogos registrados entre Deus e Deus na Bíblia: veja Salmos 110:1, por exemplo.
“DISSE o SENHOR ao meu Senhor: Assenta-te à minha mão direita, até que ponha os teus inimigos por escabelo dos teus pés.”

Os nomes de Deus - O nome mais sagrado para Deus é YHWH, “a tradução mais provável é o Eterno ou o Deus Eterno, como está na BLH. Javé é o Deus que existe por si mesmo, que não tem princípio nem fim (Êxodo 3: 14; 6. 3). Seguindo o costume que começou com a Septuaginta, a grande maioria das traduções modernas usa “Senhor” como equivalente de YHVH (Javé). A Revista e Atualizada escreve Senhor. A forma Javé é a mais aceita entre os eruditos. A forma Jeová (JEHOVAH), que só aparece a partir de 1518, não é recomendável por ser híbrida, isto é, consta da mistura das consoantes de YHVH (o Eterno) com as vogais de ADONAI (Senhor).” (Dicionário da Bíblia Almeida.).
Nome em hebraico: Yhwh-Shammah. Significado em português: O Senhor que está presente. (Ezequiel 48: 35.)
Nome em hebraico: El Shadai. Significado em português: Deus Todo-Poderoso. (Gênesis 17: 1-22.)
Nome em hebraico: Yhwh-Raah. Significado em português: O Senhor é o meu pastor. (Salmos 23: 1.)
Nome em hebraico: Yhwh-Yireh. Significado em português: Deus proverá. (Gênesis 22: 14.)
Nome em hebraico: Yhwh-Tsidkenu. Significado em português: Deus justiça nossa. (Jeremias 23: 6.)
Nome em hebraico: Yhwh-Nissi. Significado em português: Senhor, minha bandeira. (Êxodo 17: 15.)
Nome em hebraico: El Elvon. Significado em português: o mais elevado, Forte dos fortes. (Isaías 14: 13.)
Nome em hebraico: El Olam. Significado em português: O Eterno Deus. (Is. 40: 28.)
Nome em hebraico: El Roi. Significado em português: O Deus que vê.
(Gênesis 16: 13.)
Nome em hebraico: Yhwh-Shalom. Significado em português: O Senhor da Paz. (Juízes 6: 24.)
Nome em hebraico: Yhwh-El Gmolan. Significado em português: O Deus que recompensa. (Jeremias 51: 56.)
Nome em hebraico: Yhwh-Maccadeshcem. Significado em português: O Deus que nos santifica. (Êxodo 31: 13.)
Nome em hebraico: Yhwh-Nakeo. Significado em português: O Deus que destrói completamente o mal. (Ezequiel 7: 9.)
Nome em hebraico: Yhwh Saabbaoth. Significado em português: O Deus dos exércitos. (I Samuel 1: 3.)
Nome em hebraico: Adonai. Significado em português: Senhor. (Salmo 97:5.)

Atributos exclusivos de Deus - Deus possui características que são chamadas atributos exclusivo de sua pessoa. São qualidades únicas, presentes e reconhecidas em seu caráter, somente.
Deus é onipresente - Ele está presente em todos os lugares a um só tempo e observa tudo quanto fazemos. (Sl. 139: 7-12, Jr. 23: 23, 24; At. 1: 27, 28.)
Deus é onisciente - Ele conhece todas as coisas, nosso procedimento e pensamentos. (Sl. 139: 1-6; 147: 5; 44: 21.)
Deus é onipotente - Ele é Todo-poderoso e detém a autoridade total sobre todas as coisas e criaturas. (Sl. 147: 13-18; Jr. 32: 17; Mt. 19: 26.) Deus tem mais do que poder para realizar todas as coisas, Ele tem todo o poder; Ele é El-Shaddai (O Deus-Todo-Poderoso); tem poder para criar e para preservar, para salvar e para prover tudo o que o cristão necessita. (Gn. 1: 1; Fp. 3: 20, 21.) Dentro deste aspecto divino, engloba-se a soberania;
Deus é transcendente - Deus está elevado, sublime, além de nós e de nosso mundo. Ele é diferente e independente de sua criação e está acima da ordem por Ele criada, apesar de sustentar todas as coisas. (Hb. 1: 3; 1Re. 8: 27; Is. 66: 1, 2)
Deus é eterno/infinito - Ele é de eternidade a eternidade, não está limitado pelo tempo ou medidas humanas. Ele sempre existiu, Ele é. Não teve princípio e jamais terá fim. (Sl. 90: 1, 2, 4; 102: 12; 2Pe. 3: 8.) Seu nome é EU SOU, (Êx. 3: 14; Jo. 8: 58)
Deus é imutável - Ele não se altera em seus atributos, perfeições e propósitos para a raça humana. (Nm. 23: 19; Sl. 102: 26-28; Is. 41: 4; Hb. 1: 11, 12; Tg. 1: 17.)
Deus é perfeito e santo - Ele é isento de pecado e perfeitamente justo. (Mt. 5: 48; Lv. 11: 44, 45; Sl. 85: 13.)
Deus é trino e uno - Dentro da essência da Divindade temos de distinguir três pessoas: Pai, Filho e Espírito Santo, com personalidades distintas que, por um lado não são três deuses, nem por outro, três partes ou modos de Deus, mas co-iguais e co-eternos, em plena unidade de pensamento e propósitos. (Dt. 6: 4; Is. 45: 21; 1Jo. 5: 7; 1Co 8: 5, 6; 1Tm. 2: 5; Mt. 28:19.)
A Trindade confirma a essência divina e perfeita da comunhão, mostrando através disso, sua natureza pessoal, que estabelece comunicação e relacionamentos interpessoais.

A Trindade de Deus.
Por mais que o ser humano tente entender acerca da Trindade de Deus, é humanamente impossível se compreender em sua totalidade o sentido desta palavra, pois a Bíblia que há um só Deus. (Dt. 6: 4; ICo. 8:4; Gl. 3: 20; ITm. 2: 5).
A Trindade consiste de três Pessoas: (Gn. 1:1; 1: 26; 3: 22; 11:7; Isaías 6:8; 48: 16; 61:1; Mateus 3: 16-17; 28:19; II Coríntios 13:14)
Nas passagens do Antigo Testamento, algum conhecimento de hebraico é de grande ajuda. Em Gênesis 1: 1 é usado o substantivo plural “Elohim”. Em Gênesis 1: 26; 3: 22; 11: 7 e Isaías 6: 8, o pronome plural equivalente a “nós” é usado. “Elohim” e “nós” se refere a mais de duas pessoas, Não há dúvidas.
Em português, temos apenas duas variações quanto ao número, singular e plural. Em hebraico, temos três formas: singular, dual e plural. Dual é para dois, “apenas”. Em hebraico, a forma dual é usada para coisas que vêm em pares, como olhos, orelhas e mãos. A palavra “Elohim” e o pronome “nós” são formas de plural – definitivamente mais de dois, e devem estar se referindo a três ou mais (Pai, Filho, Espírito Santo).
Em Isaías 48: 16 e 61: 1, o Filho está falando enquanto faz referência ao Pai e ao Espírito Santo. Compare Isaías 61: 1 com Lucas 4: 14-19 para ver que é o Filho falando.
“O ESPÍRITO do Senhor DEUS está sobre mim; porque o SENHOR me ungiu, para pregar boas novas aos mansos; enviou-me a restaurar os contritos de coração, a proclamar liberdade aos cativos, e a abertura de prisão aos presos;” (Is. 61: 1)

“Então, pela virtude do Espírito, voltou Jesus para a Galileia, e a sua fama correu por todas as terras em derredor. E ensinava nas suas sinagogas, e por todos era louvado. E, chegando a Nazaré, onde fora criado, entrou num dia de sábado, segundo o seu costume, na sinagoga, e levantou-se para ler. E foi-lhe dado o livro do profeta Isaías; e, quando abriu o livro, achou o lugar em que estava escrito: “O Espírito do Senhor é sobre mim, Pois que me ungiu para evangelizar os pobres”. Enviou-me a curar os quebrantados do coração”, A pregar liberdade aos cativos, E restauração da vista aos cegos, A pôr em liberdade os oprimidos, A anunciar o ano aceitável do SENHOR.”
(grifo nosso)

Mateus 3: 16 -17 descreve o acontecimento do batismo de Jesus. Nele se vê o Deus Espírito Santo descendo sobre o Deus Filho enquanto o Deus Pai proclama Seu prazer no Filho. Mateus 28: 19 e II Coríntios 13: 14 são exemplos de três pessoas distintas na Trindade.
Os membros da Trindade são distintos uns dos outros em várias Passagens: No Velho Testamento, “SENHOR” é diferenciado de “Senhor” (Gênesis 19: 24; Oséias 1: 4). O “SENHOR” tem um “Filho” (Salmos 2: 7, 12; Provérbios 30: 2 - 4). Espírito é distinto de “SENHOR” (Números 27: 18) e de “Deus” (Salmos 51: 10 - 12). Deus o Filho é diferenciado de Deus o Pai (Salmos 45: 6 - 7; Hebreus 1: 8 - 9). No Novo Testamento, João 14: 16 – 17, onde Jesus fala ao Pai sobre enviar um Ajudador, o Espírito Santo. Isto demonstra que Jesus não considerava a Si mesmo como sendo o Pai ou o Espírito Santo. Devemos considerar também todas as outras vezes, nos Evangelhos, onde Jesus fala ao Pai. Estava Ele falando consigo mesmo? Não. Ele falava com uma outra pessoa na Trindade, o Pai.
Cada membro da Trindade é Deus: O Pai é Deus: João 6: 27; Romanos 1: 7; I Pedro 1: 2. O Filho é Deus: João 1: 1, 14; Romanos 9: 5, Colossenses 2: 9; Hebreus 1: 8; I João 5: 20. O Espírito Santo é Deus: Atos 5: 3 - 4; I Coríntios 3: 16 (Aquele que habita é o Espírito Santo: Romanos 8: 9; João 14: 16 - 17; Atos 2: 1 - 4).
A subordinação dentro da Trindade: As Escrituras mostram que o Espírito Santo é subordinado ao Pai e ao Filho, e o Filho é subordinado ao Pai. Esta é uma relação interna, e não nega a divindade de nenhuma das pessoas da Trindade. Esta é simplesmente uma área que nossas mentes finitas não conseguem compreender, em vista do Deus infinito. Em relação ao Filho, devemos compreender o que está escrito em: Lucas 22: 42; João 5: 36; João 20: 21; I João 4: 14.
Em relação ao Espírito Santo, o que diz em: João 14: 16; 14: 26; 15: 26; 16: 7 e principalmente João 16: 13 - 14.
As tarefas dos membros individuais da Trindade: O Pai é a fonte máxima ou causa de:
a) o universo (I Coríntios 8: 6; Apocalipse 4: 11);
b) revelação divina (Apocalipse 1: 1);
c) salvação (João 3: 16 - 17);
d) as obras humanas de Jesus (João 5: 17; 14: 10). O Pai é a essência de todas estas coisas.
O Filho é o agente através do qual o Pai faz as seguintes obras:
1) A criação e manutenção do universo (I Coríntios 8: 6; João 1: 3; Colossenses 1: 16 - 17);
2) divina revelação (João 1: 1; Mateus 11: 27; João 16: 12 - 15; Apocalipse 1: 1); e
3) salvação (II Coríntios 5: 19; Mateus 1: 21; João 4: 42). O Pai faz todas estas coisas através do Filho, que funciona como Seu agente.
O Espírito Santo é o meio pelo qual o Pai faz as seguintes obras:
1) criação e manutenção do universo (Gênesis 1: 2; Jó 26: 13; Salmos 104: 30);
2) divina revelação (João 16: 12 - 15; Efésios 3: 5; II Pedro 1: 21);
3) salvação (João 3: 6; Tito 3: 5; I Pedro 1: 2); e
4) feitos de Jesus (Isaías 61: 1; Atos 10: 38). Então faz assim o Pai todas estas coisas pelo poder do Espírito Santo.